Abruzzo

Você já pensou em conhecer a região central de Abruzzo, na Itália? Pois é um prato cheio para os amantes da natureza: são 150 km de costa entre montanhas e colinas que formam picos, cristas e ladeiras verticais, vilarejos cheios de cultura, tradições e especialidades gastronômicas de fazer o tempo parar num almoço. A região conta com quatro províncias: Pescara, Teramo, Chieti e Áquila, e todas são ricas em pontos turísticos, praias, rochas e montanhas. Por exemplo, a costa Teramo, de Martinsicuro a Silvi Marina, é urbanizada e oferece hospedagens de alto nível; mas se você quiser um passeio mais “selvagem”, a área de Ortona a Vasto e San Salvo já oferece um visual menos "cultivado"com praias de densa vegetação mediterrânea. Para o viajante, é importante conhecer o termômetro peculiar de Abruzzo: ele costuma baixar muito no lado das montanhas e aumentar outro tanto nas praias, o que garante aos turistas opções variadas de lazer. E o que já é bom para os turistas, é sensacional para as uvas e desafiador para os vinicultores! Abruzzo é famosa principalmente pela produção da uva Montepulciano, que dá origem a deliciosos vinhos tintos com sabores delicados, baixa acidez, taninos suaves e uma forte coloração. A Montepulciano é a segunda uva mais cultivada da Itália, atrás da Sangiovese (e a mistura desses dois tipos de uva também fica espetacular!) e à frente da Barbera. A uva também é cultivada nas regiões de Marche e Molise, mas os vinhos mais famosos de Montepulciano vem, especificamente, de Abruzzo, onde grandes volumes dessas uvas são cultivados nas colinas baixas e planaltos ao redor da costa do Adriático (aqueles onde os turistas se esbaldam!), e são comercializados sob a denominação (DOC) Montepulciano D’Abruzzo. Marche fabrica os vinhos Rosso Conero e Rosso Piceno, também feitos a partir de uvas Montepulciano, mas menos populares. A uva é também usada em blends, sobretudo com Sangiovese, mas sua fama vem dos varietais. Pequenas quantidades de Montepulciano começam a sair da Itália e ocupar vinhedos na Nova Zelândia, Austrália e Estados Unidos, mas ainda estão na fase experimental. Os vinhos à base da Montepulciano são consumidos ainda jovens e são tipicamente vinhos que acompanham bem as refeições. Os pratos mais encorpados, como os guisados de cordeiro, tão típicos da região, ou as variações locais de maccheroni alla chitarra com ragu de cordeiro, tudo bem temperado com os peperoncini favoritos dos habitantes de Abruzzo, combinam bem com os Montepulcianos jovens. Mas não confunda! Apesar do nome, a uva Montepulciano não tem nada a ver com a cidade de mesmo nome localizada em outra região da Itália, a Toscana. Lá são produzidos os vinhos Rosso di Montepulciano e Nobile de Montepulciano, mas que não são feitos com a uva Montepulciano, apenas levam esse nome em referência à cidade. Em homenagem a esta região que atrai turistas de todo o mundo, a RBG Vinhos apresenta o Solo Cru Montepulciani d’Abruzzo D.O.C. 2015, de cor intensa com toques de especiarias, como pimenta.

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